sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Pessoas certas, distância errada

beijo na boca é coisa do passado, agora a moda é se apaixonar por gente do outro lado haha


São poucas as pessoas que conhecem esse amor virtual e são essas que o definem como um dos melhores amores da vida. É claro, tirando o fato do pouco dinheiro e a dificuldade para se encontrar pessoalmente. Mesmo assim, há "amigos-virtuais" mais presentes na minha vida do que qualquer pessoa que esteja ao meu lado 24horas. As vezes, o sentimento é tanto que não importa a distância, estamos juntos e isso basta. 

estúpidas são as pessoas que renunciam o que ama por alguns km de distância 

São amores, irmãos, paixões, etc. São pessoas que estão no lugar físico errado mas continuamos juntos porque há algo maior nos unindo do que qualquer distância nos separando. Sabe, eu estive lembrando de todos os momentos e eu não me arrependo de nada. Vocês são especiais, não só porque me marcaram, mas porque me ajudaram, me fizeram sorrir quando eu queria chorar, me acordaram de madrugada com 'feliz aniversário' ou 'me ajuda a voltar para casa porque eu estou bêbado', etc. E eu não posso fazer nada além de agradecer, por enquanto. Prometo que um dia eu baterei na porta de cada um de vocês (nem que seja bem velhinho) e não importará se não lembrarem de mim, eu só vou querer um abraço e/ou agradecer... Vocês são mais do que reais para mim e eu amo vocês por isso! 


Sempre achei que as pessoas deixassem uma marca indelével em nossas almas, algo que nunca pode ser apagado. (Agente Broyles, Fringe 4x02)


Esse texto está dedicado a todos vocês, meus amigos-virtuais-reais. Eu amo vocês, ♥ 



terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Eu Sou O Número Quatro

Se já tínhamos lobisomens adolescentes, vampiros, deuses gregos e egípcios porque não alienígenas adolescentes?
Eu Sou O Número Quatro, primeiro livro da série 'Os Legados de Lorien', é um romance de ficção científica do autor Pittacus Lore (pseudônimo de James Frey e Jobie Hughes). Conta a história de nove jovens alienígenas, que se parecem muito com humanos, saem do seu planeta-natal, Lorien, que está ameaçado pelos Mogadorianos (uma espécie invasora responsável pela destruição de Lorien e decidem perseguir os sobreviventes até o planeta Terra e depois destruí-lo), para se esconder na terra. Cada um dos nove alienígenas tem um número e só podem ser mortos na sequência certa. Até agora, Um, Dois e Três já foram mortos e John Smith (como é conhecido entre os humanos) é o número 4.
John e seu Guardião fogem para Paradise onde ele conhece Sarah Hart  e Sam. O livro possui uma narrativa rápida, o que faz com que não seja muito enrolado e me prendeu de tal forma que só consegui larga-lo quando terminei de lerLore faz das 448 páginas uma mistura perfeita de ação, suspense, aventura, humor, mistério e romance que nos surpreende e nos faz querer o próximo livro. A sequência se chama O Poder Dois Seis e pretendo ler logo que possível, afinal essa saga merece ter tanto respeito quando Crepúsculo ou Harry Potter. 
Vocês podem ler o primeiro capitulo abaixo:



Livro x Filme

Nunca se espera tanto de uma adaptação de um livro para um filme mas a verdade é que o filme conseguiu ainda assim me decepcionar mais do que o normal. É obvio que não se conseguirá passar todos os detalhes do livro por causa do curto espaço de tempo de um filme mas uma coisa é retirar algumas partes sem importância, correr com outras para que tudo caiba naquele tempo. Outra é mudar a história e retirar elementos que são de importância para o entendimento da trama. E é isso que acontece no filme, tudo é jogado e não há explicações de praticamente nada. Legados foram trocados ou omitidos. Bernie Kosar, que encanta a todos no livro, não é mais que um cachorro. John vai descobrindo tudo por si só, tirando a relação dele com o Henry. Se a intenção era apenas criar um filme de ação, conseguiram. 






 


Aqui vão umas dicas: se você assistiu o filme e gostou, não deixa de ler o livro. Se você assistiu o filme e não gostou, dê uma chance ao livro, você irá se surpreender com os Legados de Lorien.


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Happy New Year

        Estamos no penúltimo dia do ano e deveríamos ter valorizado-o mais, mas todos os erros deste ano não devem se repetir no próximo e todos os aprendizados devem ser tragos e tudo mais. E nesse clima de 'Novo Ano' há vários desejos e abaixo são os meus e  de minha psicóloga çalinda, desejando sempre o dobro a vocês, é claro. 

Suavidade: porque onde a dureza só faz destruir, a suavidade consegue esculpir.

Alegria: para ser vista como um convite irresistível. E não importa quantos motivos teremos para chorar porque é com alegria que seguimos em frente e encontramos o melhor que está dentro de nós.

Carinho: porque um alma acaricida fica mais doce e amorosa.

Coragem: porque o medo paralisa nos impedindo de avançar e precisamos progredir. 

Inspiração: porque as palavras, por vezes, nos é companhia maciça para a solidão genuína que perturba. 

Disciplina: porque um ser criativo precisa de rebeldia mas também de horários e planejamentos. 

Leveza: para encarar com bom humor as situações controvérsias.

Desapego: em especial das pessoas, porque às vezes menos é mais. 

Atrevimento: para não aceitar o que não satisfaz plenamente. 

Maturidade: porque só ela nos permite dá o melhor valor que tem cada coisa, sem supervalorizar o que é irrelevante e nem subestimar um pequeno gesto ou aprendizado que seja. 

Saúde: para usufruir de todas as conquistas merecidas. 

Paz: porque um coração sossegado se entrega com mais confiança, e é a chave para tudo. 

Sabedoria: para fazer as melhores escolhas.

Amor: correspondido, dá para ser? Porque chega desse negócio de platônico que só faz diminuir. 

Sutileza: porque ser sutil pode signifcar ser fatal também. 

Disponibilidade: porque permitir-se abrir para o novo pode reservar boas surpresas. 

Dinheiro: "não traz felicidade, mas provoca uma sensação tão parecida que é necessário um especialista para verificar a diferença."

Como já foi dito, esperamos que vocês tenham isso em dobro e mais que isso. Sem esquecer que as melhores coisas da vida são de graça e lembrem-se: 
Não é 2O12 que tem que ser diferente, somos nós!


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Featuring

Estamos em Dezembro. Fim de Ano, Natal, Ano Novo chegando e está na hora de olharmos para trás e nos perguntarmos se esse ano valeu realmente a pena, se fizemos tudo que precisava ser feito ou/e fizemos as coisas valerem a pena. É tempo de refletir, afinal, não devemos deixar um ano passar em branco. Em breve se Deus e a vontade deixar farei uma postagem sobre esse ano... 
Enfim, eu e a @anna_chronic fizemos um post juntos, vocês podem conferir no blog Do You Want to Know a Secret?:

domingo, 4 de dezembro de 2011

Caridade


Eu estou aproveitando para divulgar um blog maravilhoso, não só por ela ser minha amiga, e por mais que vivemos situações totalmente diferentes, as vezes podemos compartilhar o mesmo sentimento. Esse é um trecho de uma postagem da @anna_chronic, dona do blog Do You Want to Know a Secret?. Faço das palavras dela, minhas só que no masculino. rs

 As vezes as coisas mudam no seu coração e só depois de um tempo você percebe. Para mim até hoje era um martírio pensar em ficar sozinha, sem aquele que eu mais amava. Pra mim ele era eterno, perfeito, o único para quem eu poderia dizer sim sem nem ao menos pensar. Fizemos planos demais, e acreditei neles com toda a força que eu tinha. Eu o amava, e o amei até o último instante. Mesmo desgastante, carreguei esse amor junto com as mais profundas mágoas e lágrimas.  (...)
  Antes, doía de pensar nele tendo uma vida sem mim, mas dessa última vez foi diferente. Eu vi os sinais de que ele estava começando uma vida nova, e eu não estava incluída nela, e de repente um momento que eu não esperava: todas as células do meu corpo esperaram a primeira lágrima, mas não veio nada do meu coração. Nada. Mesmo que todo o meu psicológico, acostumado e quase automático, gritasse 'vamos, você não vai chorar?'. Ao que eu respondi: Não.
   Talvez por que o meu coração finalmente fez com que eu entendesse que não quero mais nada disso pra mim. As coisas mudaram dentro de mim e eu sequer tinha percebido! Estava sendo boba satisfazendo uma vontade que eu mesma nem tinha mais. Seria exagero dizer 'não o amo mais', talvez seja certo dizer que o amor adormeceu, ou resolveu se converter em amor próprio ou satisfação em ser feliz consigo mesmo. Isso é legal, e pela primeira vez me senti completamente confortável com a ideia de que tinha acabado, e não sei se tivesse a chance de voltar eu iria querer novamente. Acho que não, estou bem assim, sozinha finalmente pra ter uma vida em que eu seja o meu próprio foco de atenção. 
   Querido, você finalmente conseguiu me perder. E eu consegui me encontrar. Ponto para os dois? Não sei. Só sei que dessa vez, você não precisa mais voltar.
WithLove, Anny

sábado, 3 de dezembro de 2011

Sobre as adversidades...

Eu tenho todos os motivos para encher isso aqui com adjetivos negativos sobre minha vida. Mas sabe, isso pode incomodar muita gente, e além do mais ainda tenho muitos motivos para sorrir. Tenho quem me ame, me ajude, me apóie e seja mais que meu amigo. E é para essas pessoas que eu posso ocupar meu tempo escrevendo, porque elas valem à pena. São elas que me ajudam quando nem eu gosto de mim mesmo, quiçá de tudo que me rodeia, são minhas psicólogas que fazem meus textos ruins virarem a coisa mais linda do mundo, ajudam a pegar quem eu estou afim, fazer comida, ver filme, rir, comer picolé de uva e andar pela rua como se fôssemos doidos ouvindo Armistice para parecermos fodas. A minha vida tá uma merda, é verdade, mas eu não preciso dá importância para isso quando tenho as melhores coisas do mundo comigo.

Eu ia falar sobre coisas ruins, mas sabe.... não não! 

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ele está vivo

digo, o coração bate. As vezes rápido demais para o momento, as lagrimas caem pelo seu rosto.
Está vivendo um momento confuso na sua vida cheia de "picos".
Tem 1ooo motivos para querer desistir de tudo e 1 motivo para ser feliz e continuar em frente. E usa esse único motivo como forma de sobrevivência mas os problemas o seguem, não pode simplesmente esquecer, tem que enfrentar, qualquer que seja a coisa. 
Está deixando tudo para trás, porque ainda têm sonhos e as pessoas têm que decidir em questão de segundos se vão com ele ou são deixadas para trás. Dói mas tem que ser sem pena. Porque quando se trata de pessoas só se tem duas alternativas: agradar ou viver. 
Ele está amando. Vivendo. Cantando. Dançando. Sorrindo. Chorando. Decepcionando... 
está em um momento turbulento, mas está vivo e ainda tem motivos para sorrir.
E isso que importa, não é?